Advocacia Especializada em Plano de SaúdeReajuste acima de 6,06%? Negativa de cobertura? Cancelamento sem aviso? Portabilidade bloqueada? Mais de 283 mil ações foram ajuizadas em 2025 — e os clientes estão ganhando.
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O STF proibiu reajuste por faixa etária após os 60 anos de idade. Se você tem mais de 60 anos e seu plano aumentou nos últimos 3 anos usando esse critério, você pode ter direito a reembolso e indenização. Estima-se que 15 milhões de beneficiários foram afetados com aumentos de até 120% acumulados entre os 59 e 69 anos.
Marque as situações que se aplicam ao seu caso — se marcar 1 ou mais, você pode ter direito à ação judicial.
Conheça as principais violações que geram direito à ação judicial — e que você pode nem saber que sofreu.
Planos aplicavam aumentos acumulados de até 120% dos 59 aos 69 anos. O STF proibiu essa prática em outubro/2025. Beneficiários com mais de 60 anos podem pedir reembolso dos últimos 3 anos e indenização por dano moral.
STF OUT/2025 — Prática proibidaO plano nega exame, cirurgia ou medicamento alegando que não está no Rol ANS. Mas o STJ já decidiu: o Rol é exemplificativo, não limitador. O plano pode definir quais doenças cobre, mas não pode limitar o tipo de tratamento prescrito pelo médico.
69% das ações judiciaisO plano só pode cancelar contrato após 12 meses de vigência e com 60 dias de aviso prévio formal. Cancelamentos por inadimplência antes do 51º dia de atraso também são ilegais. Reintegração ao plano + indenização são possíveis.
Crescimento de +8% em 2025Ao mudar de plano (portabilidade), você não pode ser obrigado a cumprir nova carência nem apresentar declaração de saúde. Operadoras que impõem essas barreiras cometem infração regulatória e podem ser processadas por danos materiais e morais.
+93% de queixas na ANS em 2025Nenhum plano pode negar atendimento de urgência, independente de carência. Limitar cobertura de emergência a 12 horas ou exigir autorização prévia em situações de risco de vida é prática ilegal com jurisprudência consolidada.
Dano moral garantido em caso graveO plano não pode substituir o medicamento prescrito pelo médico por um similar sem autorização. Negativas de quimioterápicos orais e medicamentos de alto custo (mesmo com prescrição médica) geram direito a ação de obrigação de fazer + danos morais.
STJ — Tese vinculante em formaçãoDados ANS e Procon — se você é cliente dessas operadoras, a probabilidade de ter sofrido alguma irregularidade é maior.
Estar nessa lista não significa que todas as práticas são ilegais, mas indica histórico de conflitos com beneficiários.
Decisões recentes do STF e STJ consolidaram direitos que a maioria dos beneficiários desconhece.
O Supremo Tribunal Federal proibiu definitivamente qualquer reajuste baseado em faixa etária para beneficiários com 60 anos ou mais. Reajustes cobrados nos últimos 3 anos usando esse critério podem ser reembolsados.
O plano não pode negar tratamento alegando que ele não consta no Rol da ANS. O Rol serve de referência mínima, não como teto. Tratamentos com evidência científica devem ser cobertos mesmo que não estejam listados.
Quando a negativa de cobertura envolve risco à vida ou comprometimento da saúde, o dano moral é presumido (in re ipsa) — não precisa ser provado individualmente. O STJ está formalizando isso como tese vinculante.
O índice de reajuste máximo para planos individuais e familiares no período mai/2025–abr/2026 é de 6,06%. Qualquer aumento acima desse percentual é ilegal e pode ser devolvido com correção monetária e juros.
O contrato de plano de saúde só pode ser encerrado após notificação formal com 60 dias de antecedência. Cancelamentos por inadimplência são proibidos antes do 50º dia de atraso. Rescisão fora dessas regras é ilegal.
A portabilidade entre planos é um direito garantido por lei. A operadora destino não pode exigir nova carência nem declaração de saúde — apenas respeitando o prazo mínimo e a equivalência de plano. Qualquer exigência adicional é nula.
Dependendo do seu caso, é possível combinar diferentes pedidos na mesma ação judicial.
Reembolso de tudo que foi cobrado acima do permitido nos últimos 3 anos, com correção monetária e juros de mora desde o pagamento. Prescrição: 3 anos.
Reembolso integral de tratamentos, exames ou cirurgias pagos do próprio bolso porque o plano negou cobertura indevidamente — com correção monetária.
Indenização por angústia, sofrimento e violação de direitos — especialmente quando negativas envolvem risco à vida ou situações de emergência. De R$ 3 mil a R$ 30 mil+.
Em caso de cancelamento ilegal, é possível obter tutela de urgência para reintegração imediata ao plano de saúde, com multa diária por descumprimento.
As demandas mais ajuizadas em 2025 — com base em dados ANS, CNJ e Procons estaduais.
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